Se inteligência dependesse de nota…

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Então as minhas aulas acabaram hoje (sexta-feira 13. Coincidência? Eu acho que não), porém as aulas de alguns colegas meus acabaram uma semana atrás. O que aconteceu foi o fato de que essa semana foi a semana de exames, não de aulas.

(só pra deixar claro, quando eu tive a ideia da postagem, era antes da uma da manhã!)

Por mais incrível (será?) que pareça, eu peguei alguns exames. Seis, pra falar a verdade, mas foi a mesma quantidade do que no ano passado, então não é como se eu tivesse ficado muito surpreso.
Tá certo que na maioria (ou seria em absoluto) dos exames, eu estava com uma média acima de seis, logo, não precisava tirar 10 na prova. Creio eu, tirando cinco pontos eu já estava de bem com a vida e iria para o terceiro ano que vem.

Claro que você não está interessado nisso.
Uma das coisas que talvez eu tenha uma espécie camuflada de vergonha é o fato de eu ter pego exame até mesmo em Educação Física, a matéria mais difícil do currículo. Bom, tudo depende do ponto de vista.

Uma das coisas que meus professores resolveram me falar é: “você é irresponsável, por isso pegou exame” tirando os sermões que ficam entre os meios. Não digo que isso é mentira, eu realmente sou uma pessoa muito irresponsável, quando se trata de algo que eu não quero e que me obrigam a fazer.

No dia em que escola seja aquele lugar mágico onde você vai para aprender e não para decorar conteúdo por dez minutos apenas para fazer a prova, nesse dia, eu vou ser a pessoa mais responsável de toda a escola. Tão responsável que o diretor vai falar para o pessoal: “nossa, como eu queria ser tão responsável quanto o Lucas”. Obviamente, terei que passar por algumas outras reencarnações até que isso aconteça.

Não sei como uma faculdade brasileira funciona porque tudo o que sei sobre o tópico é o que vejo em filmes estadunidenses, canadenses ou britânicos, ou… enfim…
Mas se em uma nós realmente pudermos escolher qual curso queremos e então escolher as matérias relativas ao curso que iremos estudar até o término do mesmo, nesse tempo, eu vou ser responsável. Afinal de contas, você tiraria 11 em física se gostasse da matéria, mas isso não iria te impedir de tirar 2 em matemática.
(acho que me confundi no caminho da fórmula da frase, eu estava usando a fórmula S = S0 + V0. t. + a.t²/2, tá certo?)

Ah, se as faculdades brasileiras não forem assim, só digo uma coisa: deveriam ser, imagine o quão melhores seriam os alunos se tudo fosse na base da porrada “vocação” para determinada área.

Creio eu, já me perdi da ideia principal do texto, então vou acabar ele por aqui, você nem tá mais lendo mesmo, então não importa…

Não faço a mínima ideia de quem é esse boletim!

Não faço a mínima ideia de quem é esse boletim!

Ah, claro, sobre o título..
Digo que a inteligência da pessoa não tem absolutamente nada a ver com aquelas notas que aparecem no boletim dela. Um aluno pode ser tão ou até mais inteligente que um professor. É como eu sempre digo, é tudo uma questão de perspectiva.

E sim, tenho certeza de que sou 100% mais inteligente que a maioria dos meus professores (tirando, talvez, os da área técnica) quando o assunto é, por exemplo, resolver problemas com o Linux…
Você pode dizer que sou rude por falar assim, eu só digo que essa é a realidade. Assim como você é, creio eu, 100% mais inteligente que seus pais ou avós quando o assunto é internet. Afinal, você achou esse blog, eles não.

Boas férias e boas festas.

(não vou revisar porque estou com preguiça, então ignore qualquer erro)
(ou então invada minha conta do Blogger e arrume o erro)
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Lucas Zanella

No blog posto geralmente textos de opinião assim como também histórias curtas. Aqui você encontrará fantasia, terror e ficção científica. Talvez até mesmo algum drama ocasional.

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